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Movimento Lixo Zero: viver sem desperdícios

O movimento Lixo Zero é um estilo de vida seguido por pessoas preocupadas com a pegada ecológica que deixam no nosso planeta. Com foco em não desperdiçar absolutamente nada, desde embalagens até cascas de fruta, este movimento, procura meios de reutilização de tudo que consumimos.
A reciclagem é uma ótima solução para o destino do nosso lixo, porém com a produção em massa das indústrias, compra e descarte irregular de produtos não estamos dando conta do recado. Para atividades do dia a dia o movimento Lixo Zero utiliza de 5 palavras, conhecidas como 5r’s, para tornar a nossas atividades menos nocivas ao nosso planeta. Os 5 R’s são: Recusar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e CompostaR. Abaixo citaremos alguns exemplos de como utilizá-los:
Repensar: Pense antes de aceitar o que lhe está sendo oferecido. Quando estamos na rua acabamos recolhendo muitas coisas, que acabam sendo utilizadas só uma vez ou não sendo utilizadas. Como panfletos, papéis, e pequenas embalagens.
Recusar: A cada ano o consumo excessivo de sacolas plásticas causam um
grande impacto no meio ambiente.Que tal tentar utilizar sacolas ecológicas que podem ser reutilizadas várias vezes?
Reduzir: Reduza o seu consumo de revistas, livros, jornais, etc. Objetos que você pode ter fácil acesso pela internet hoje em dia, reduzindo a utilização de papel.
Reutilizar: Opte por objetos que podem ser reutilizados por mais tempo, como por exemplo: guardanapos de pano, coletores menstruais e
Reciclar: Se for inevitável a reutilização do objeto separe-o de acordo com sua classificação, como vidro, metal, plásticos e papel.
compostaR: Todo resíduo orgânico que produzimos, como cascas de fruta e restos de alimento, podem ser utilizado como adubo para suas plantas de casa.
E você, já pensou quanto tempo consegue ficar quanto tempo sem descartar produtos no lixo de casa?

Fonte: zerowastehome.

Marca desenvolve copo biodegradável plantável

Durante o evento de sustentabilidade, Green Nattion, que aconteceu em abril
deste ano em São Paulo, a marca Ragazzo lançou o copo-semente.

O Produto tem como objetivo ser um aliado para o meio ambiente e contribuir
positivamente as mudanças de hábitos de consumo. O copo semi-artesanal é
produzido com papel que possui cerificação tanto alimentícia quando produtiva,
além de não possuir em sua fabricação produtos tóxicos, também é considerado
90% biodegradável, devido sua composição levar cerca de 36 meses,
diferentemente dos copos comuns que levam em torno de 500 anos para
sumirem da natureza.

O copo-semente mostra ao mercado o quanto um produto pode atender as
necessidades de consumo sem agredir ou contribuir de forma negativa à natureza
e meio ambiente, pois além da sua preocupação em conter matérias de
composição mais rápida, o copo também permite o incentivo ao cultivo de plantas
e arvores, pois após sua utilização ele torna-se plantável, bastando após o uso,
molha-lo, amassá-lo e planta-lo com o fundo para cima com no mínimo 1
centímetro de terra.

*Fonte: Hypness

Dia Mundial da Água 2019 — ‘Não deixar ninguém para trás’

O Brasil possui mais água doce que qualquer outro país do mundo – 12% do volume total do Planeta. Isso cria uma falsa premissa de que o suprimento estável de água de boa qualidade estará sempre disponível. No Brasil, embora haja abundância de água, em comparação com outros países, existe uma grande variedade de riscos relacionados a água, o que representa uma grande incerteza na disponibilidade de água doce para a população. Além disso, os desafios relacionados a água causam múltiplos efeitos sobre o meio ambiente e a economia.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6), proposto pelas Nações Unidas, visa assegurar a disponibilidade e o manejo sustentável da água e do saneamento para todos. Mas, em 2030, haverá água para todos os brasileiros?

O direito humano a água e saneamento foi reconhecido pela ONU em dezembro de 2015, uma vez que eles são indispensáveis para prover meios de subsistência saudáveis e fundamentais para manter a dignidade de todos os seres humanos.

Para o contexto brasileiro, o alcance do ODS 6 é desafiador. Segundo estudo Perdas de Água 2018, realizado pelo Instituto Trata Brasil com base nos dados do Sistema Nacional de Saneamento (SNIS), estima-se que cerca de 35 milhões de cidadãos não têm acesso a água potável, enquanto que 100 milhões não possuem saneamento adequado. Nesse contexto, as empresas podem desempenhar um papel fundamental neste cenário ao investir em tecnologias e soluções inovadoras para a gestão da água dentro das suas operações e em sua cadeia de valor. Outra frente de envolvimento é a participação em ações coletivas, que proporcionem a oportunidade para que as organizações se engajem com uma variada gama de partes interessadas a fim de criar projetos em conjunto. Além disso, a necessidade de buscar resiliência a situações de severa escassez hídrica gera oportunidades de negócios em mercados e para serviços e produtos inovadores.

No geral, o avanço tanto no acesso a água quanto a saneamento tem sido muito lento no país nas últimas décadas. Doze anos após a Lei do Saneamento Básico (lei 11.445) entrar em vigor no Brasil, metade da população do país continua sem acesso a sistemas de esgotamento sanitário.

A melhoria no acesso a água e a saneamento está entre os principais obstáculos para a realização dos direitos humanos, assim como para o alcance dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030.

Chamamos a todos para contribuir para melhorar a gestão dos recursos hídricos e criar ações coletivas para alcançar a universalização do acesso à água potável e saneamentos seguros e acessíveis para todos, a fim de contribuir para erradicar a pobreza e construir sociedades pacíficas e prósperas, garantindo que “ninguém será deixado para trás” no caminho rumo ao desenvolvimento sustentável.

*Fonte: ONU

Sistema online traz dados sobre a biodiversidade no Brasil

O Brasil está no topo da lista dos 18 países mais diversos do mundo. Abriga entre 15% e 20% da diversidade biológica global, com mais de 120 mil espécies de invertebrados, cerca de 9 mil vertebrados e mais de 4 mil espécies de plantas. Com isso, surge um enorme potencial para impulsionar o crescimento econômico e a inclusão social, mas também uma enorme responsabilidade.

Com uma média de 700 novas espécies de animais descobertas todos os anos no Brasil, armazenar todas as informações de maneira utilizável é um enorme desafio, especialmente considerando o vasto tamanho do país e o número de diferentes instituições envolvidas na pesquisa da biodiversidade.

Mas, com o apoio da ONU Meio Ambiente e do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações tem trabalhado para mudar esse cenário, criando uma ferramenta mais abrangente sobre a biodiversidade nacional.

O Sistema Brasileiro de Informação sobre Biodiversidade reúne atualmente dados e informações de mais de 230 instituições, de universidades a centros de pesquisa, museus, órgãos estaduais, jardins botânicos e zoológicos.

Operacional desde novembro de 2014, o sistema visa apoiar a ciência, a política pública e a tomada de decisões relacionadas à conservação ambiental e ao uso sustentável dos recursos naturais. Isso é alcançado incentivando e facilitando a digitalização e a publicação online, integrando dados e informações de acesso aberto sobre a biodiversidade brasileira.

Mas o sistema também tem outros usos práticos. Os agricultores podem usar a plataforma para ajudar a calcular os créditos de compensação ambiental ou para decidir sobre quais espécies devem priorizar os esforços de restauração — como a flora em extinção, ou plantas que fornecem abrigo e alimento para espécies ameaçadas da vida selvagem na região. Finalmente, qualquer usuário pode contribuir com o sistema enviando fotografias, documentação e informações sobre a biodiversidade por meio do programa Ciência Cidadã.

Em novembro de 2018, o Sistema Brasileiro de Informação sobre Biodiversidade foi convertido de um projeto do GEF para um banco de dados do governo brasileiro, tornando-se a referência oficial do Relatório Nacional Brasileiro à Convenção sobre Diversidade Biológica e para medir as conquistas das Metas de Aichi pela biodiversidade.

Fonte: ONU

FAO alerta que desaparecimento da biodiversidade ameaça produção de alimentos

A expansão de atividades produtivas insustentáveis, como a agropecuária intensiva, é uma das causas do desaparecimento da biodiversidade no mundo, o que por sua vez poderá comprometer a produção de alimentos e o próprio desempenho do setor agrícola no futuro.
A agência da ONU que avalia de forma ampla a relação entre a variedade de organismos vivos no mundo e a produção de comida.

Com informações de 91 países, o relatório aponta para o uso de um número restrito de espécies no cultivo e produção diretos de alimentos.

A expansão insustentável de práticas produtivas associadas a essas espécies agrava a dependência do ser humano de um conjunto restrito de plantas e animais para se alimentar, ao mesmo tempo em que gera passivos ambientais capazes tanto de esgotar os recursos naturais utilizados nessas cadeias de produção, como também de extinguir outras espécies.

A perda da biodiversidade para alimentos e agricultura, segundo informado pela maioria dos países, está associada a mudanças no uso e manejo da terra e da água, seguidas pela poluição, superexploração e exploração excessiva, mudanças climáticas, crescimento populacional e urbanização.

Fonte: ONU

Escolhas alimentares de hoje afetam saúde das pessoas e do planeta de amanhã

Transformar dietas e a maneira com a qual produzimos alimentos têm amplo potencial de melhorar tanto a saúde humana quanto a sustentabilidade ambiental no futuro. A conclusão é de novo relatório da Comissão EAT-Lancet, lançado na terça-feira, dia 05/02, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, e produzido por ONU Meio Ambiente e Missão Permanente da Noruega.

O relatório afirma que há um imenso desafio enfrentado pela humanidade para “fornecer à população mundial crescente dietas saudáveis com sistemas alimentares sustentáveis”.

Sem uma transformação, o mundo não só corre risco de fracassar em cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e o Acordo de Paris para o clima, mas também de deixar como legado para as crianças de hoje degradação ambiental, população, má nutrição e doenças evitáveis.

“Não é apenas sobre alimento, é sobre processos, é sobre o que isso resulta”, afirmou o chefe do escritório da ONU Meio Ambiente em Nova Iorque, Satya Tripathi.

Gunhild Stordalen, fundadora e chefe-executiva da Fundação EAT, disse no evento de lançamento do relatório que, embora o acesso a alimentos seja um desafio presente em quase toda a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, eles também possuem “superpoderes”.

“O poder dos alimentos é completamente sobre conexões”, afirmou. “As ligações entre pessoas e o planeta estão em todos os lugares, mas em nenhum lugar estas conexões são mais óbvias ou as sinergias são mais numerosas do que em nossos pratos e ao longo do sistema alimentar”.

Para a migração para uma dieta saudável, o relatório sugere que o mundo dobre o consumo de frutas, vegetais, legumes e cereais, enquanto reduz pelo menos metade do consumo de carne vermelha e açúcares.

“O maior desafio que enfrentamos é influenciar comportamento humano, você não pode banir o consumo de carne… você pode colocar uma luz” sobre causas e efeitos, concluiu o ator e ativista norte-americano Alec Baldwin.

Fonte: ONU

Segundo estudo, mulheres negras são mais afetadas pela falta de saneamento básico no Brasil

A empresa brasileira de saneamento básico BRK Ambiental lançou no dia 04 de janeiro, a plataforma digital “Mulheres e Saneamento”, com dados e análises baseadas em pesquisa sobre o tema. A iniciativa contou com apoio da Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas e parceria do Instituto Trata Brasil.

O estudo mostrou que os déficits mais elevados de acesso a esgoto estão entre as mulheres autodeclaradas pardas, indígenas e pretas no Brasil. Nesses grupos, as taxas de incidência de escoamento sanitário inadequado foram de 24,3%, 33,0% e 40,9%, respectivamente. Também são as mulheres autodeclaradas negras (pardas e pretas) que têm mais dificuldade de acesso à água.

A plataforma mostra essa realidade brasileira de uma forma mais visual e acessível para o grande público, por meio do recurso digital.

Resolução da Assembleia Geral da ONU, de dezembro de 2016, destacou a situação das mais de 2,5 bilhões de pessoas que vivem sem acesso a banheiros e sistemas de esgoto adequados no mundo todo.

Fonte: ONU

Acordo para diminuir gases do efeito estufa entra em vigor

O mundo deu um passo importante para reduzir drasticamente a produção e o consumo de potentes gases do efeito estufa, os hidrofluorocarbonetos (HFCs). Em 1º de janeiro de 2019, entrou em vigor a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, que visa a eliminar essas substâncias.

Os HFCs são compostos orgânicos frequentemente usados como refrigeradores em ares-condicionados e outros aparelhos, como alternativa às substâncias que destroem a camada de ozônio e que foram controladas sob o Protocolo de Montreal. Embora os HFCs em si não destruam a camada de ozônio, eles são gases do efeito estufa extremamente potentes, com potencial de aquecimento global que pode ser maior que o do dióxido de carbono.

Se apoiada completamente por governos, pelo setor privado e por cidadãos, a Emenda de Kigali irá evitar um aumento de até 0,4°C da temperatura média global neste século, protegendo ao mesmo tempo a camada de ozônio.

O documento apresenta provisões para melhorar as capacidades de países em desenvolvimento. Outras determinações do texto incluem o fortalecimento institucional e o desenvolvimento de estratégicas nacionais para reduzir HFCs e substituí-los por alternativas. Combater os HFCs, segundo a emenda, também pode abrir oportunidades para reprojetar equipamentos de refrigeração, tornando-os mais eficientes do ponto de vista energético.

Evidências apresentadas na mais recente Avaliação Científica da Destruição do Ozônio mostram que a camada de ozônio, em partes da estratosfera, recuperou-se a uma taxa de 1-3% por década desde 2000. Em índices projetados, o ozônio no Hemisfério Norte deve se recuperar completamente até 2030, seguido pelo Hemisfério Sul em 2050 e pelas regiões polares em 2060.

Universalização do saneamento traria R$ 1,1 trilhão ao país

Segundo um estudo elaborado pelo Instituto Trata Brasil, a universalização do saneamento traria R$ 1,1 trilhão ao país em 20 anos.

Além disso, ganhos com geração de emprego, renda e turismo, que compensariam e ultrapassariam os gastos com investimentos no setor. O prazo de 20 anos é baseado no Plano Nacional de Saneamento Básico.

Os setores que mais se beneficiariam são: saúde, educação, turismo, emprego e imobiliário.

Apenas 51,9% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgoto, o que significa que mais de 100 milhões de pessoas utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos – seja através de uma fossa, seja jogando o esgoto diretamente em rios. Os dados são de 2016, do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

Com a universalização do saneamento, porém, o país teria uma série de benefícios nesses próximos anos que tornariam as contas positivas. Eles vão desde a redução dos custos com a saúde até a renda gerada pelo aumento de operação da cadeia produtiva do setor. Essa renda chegaria a R$ 1,5 trilhão. No final, o balanço positivo é de mais de R$ 1,1 trilhão para o país, aponta o estudo.

De acordo com outro estudo publicado pelo  Instituto Trata Brasil, em outubro deste ano, meninas sem acesso a banheiro apresentam 46 pontos a menos em média no Enem quando comparadas à média dos estudantes brasileiros.

A escolaridade afeta positivamente a produtividade e a renda dos trabalhadores, uma escolaridade menor significa uma perda de produtividade e de remuneração do trabalho. Com acesso aos serviços de coleta de esgoto e de água tratada, espera-se uma redução de 3,6% no atraso escolar de jovens sem acesso a estes serviços.

Segundo Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil, o setor imobiliário também seria beneficiado, pois, condomínios e bairros que têm proximidade com córregos são mais afetados. Com a universalização dos serviços, bem como com a despoluição do rio, será possível dar um salto muito alto no valor dos imóveis.

 

Fonte: G1

Cidades de SC atingem nível alto de sustentabilidade

As cidades catarinenses, Braço do Trombudo, no Vale do Itajaí, e Itapiranga, no Oeste, atingiram um nível considerado alto de sustentabilidade da limpeza urbana, segundo Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana.

O índice está relacionado à política nacional de resíduos sólidos, que exige desde 2010, que as cidades deem um destino adequado ao lixo que os moradores produzem. E foi essa política nacional que determinou o fim dos lixões a partir de 2014. Porém, oito anos depois, 53% das cidades ainda os têm e usam normalmente, sendo que 24% das casas brasileiras não têm serviço de coleta de lixo.

Além das cidades catarinenses, só existem outras três cidades que atingiram o mesmo patamar: Marau (RS), Sapucaí-Mirim (MG) e Presidente Lucena (RS).  Ou seja, das mais de 3,3 mil cidades brasileiras analisadas, apenas 0,02% conquistaram o nível considerado muito alto no índice de sustentabilidade.

Em Itapiranga, onde atualmente se veem árvores, antes só se via lixo. No loca, funcionava o antigo lixão da cidade, no qual o líquido do material em decomposição saía do lugar direto para o Rio Uruguai. Hoje, os resíduos são levados para o aterro sanitário.

Com 16 mil habitantes, Itapiranga tem 100% da área urbana tem o lixo recolhido. E no interior, uma vez por mês tem a coleta do material reciclável.